terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

abdômen indefinido

Eu tenho abdômen indefinido! E com que orgulho eu proclamo isso... Pois nessa indefinição reside um significado muito mais profundo: a minha felicidade!

Lógico que não serei hipócrita de dizer que NUNCA desejei ter um abdômen definido e sarado... 

=p

Quis, sim! Mas não quero mais...

Um dia eu disse para o meu namorido que eu queria ter o abdômen da Jennifer Aniston. Na mesma hora ele retrucou: "Você sabe que ela jamais poderia comer essa pratada de yakissoba que você está devorando nesse exato momento, né?!". Nesse instante eu pensei: "Céus!!! Ele tem razão... Essas mulheres de corpos esculturais, podem até dizer por aí que comem de tudo e tals, mas eu tenho certeza de que nenhuma delas poderia se alimentar como eu me alimento, pois então elas também teriam abdômens indefinidos!". (risos)

Desde aquele dia parei para pensar na quantidade de coisas legais que eu posso fazer por não ser uma escrava da moda, da beleza ou das convenções sociais... Eu me dei conta do quão feliz eu sou por não ter um corpo escultural, fama e não ser vista pela sociedade como uma pessoa normal! (risos)

Eu posso devorar um pratão de batata, comer meia pizza tamanho família, três pratadas de feijoada... Lógico que não é de uma só vez, né?! (risos) Mas eu posso comer o que eu quiser e na quantidade que eu quiser, só preciso me controlar às vezes por causa da diabetes, mas os exercícios físicos ajudam a manter a glicemia controlada sem eu precisar me render às dietas. 

E quanto aos exercícios físicos... NADA de academia (acho uma chatice!!). Eu velejo sempre que São Pedro e o Deus Éolos permitem (gostaram do sincretismo, né?? risos), eu escalo sempre que São Pedro (é que às vezes ele alaga o meio do caminho!! Não esqueçam que eu moro em São Paulo!! risos) permite, eu faço pilates duas vezes por semana (antes eram 3, mas é muito caro!! risos). Isso sem falar em aulas de mergulho, planejamento pra fazermos tracking e outras coisas mais que o casal aqui tá sempre tentando por em prática...

A gente não faz poupança pra casar... Sempre que sobra um dinheirinho a mais e aparece uma boa oportunidade, a gente viaja! Com seis anos de namoro, já tivemos umas 5 luas de mel... (risos). Isso sem falar que enquanto todo mundo fala em comprar casa ou carro, a gente foi e comprou logo um veleiro, né?! (risos)

O namorido me chama de "Gorda", daí sempre que ele me chama no meio de uma loja ou restaurante, TODAS as mulheres do recinto olham para ele, na sequência olham para mim e depois voltam a olhar para ele com cara de raiva, mas quando percebem que eu correspondo ao chamado, olham para mim de novo com cara de ódio! (risos) E ele fala todo orgulhoso pra todo mundo que a "Gorda" dele come mais do que ele quando a gente vai para restaurantes.

E enquanto nossos amigos se descabelam com preparativos de casamento ou com a difícil arte de viver a dois, a gente planeja a próxima velejada, ou a próxima escalada... Enquanto as pessoas gastam dinheiro cm buffet e com quinquilharias para casa, a gente gasta dinheiro com equipamento de mergulho, de vela, de escalada, com viagens, com restaurantes...

Daí tem gente que critica e diz que a gente não pensa no amanhã!

Quem não pensa no amanhã é gente que vive por aí se endividando no cartão de crédito, financiamentos, empréstimos, consórcio etc. A gente pensa! Não temos nem sequer UMA dividazinha... Mas eu não entendo o porquê de deixar de curtir uma boa oportunidade que temos HOJE para fazer um "pé de meia" para o AMANHÃ! Gente, mas e se o AMANHÃ não chegar?! E se AMANHÃ eu estiver muito velha, ou doente para curtir alguma coisa?

É a mesma coisa que me leva a pensar sobre o porquê deixar de comer as coisas que eu tenho vontade de comer HOJE, pensando na barriguinha sarada de AMANHÃ... Sendo que o AMANHÃ pode demorar. E, de qualquer forma, AMANHÃ a gravidade não vai perdoar e tudo vai despencar, daí não vai adiantar muito ter um abdômen definido e o resto todo murcho e despencado, né?!

Eu prefiro que o meu abdômen indefinido continue a refletir o quão intensamente eu aproveito a vida; prefiro que os cabelos brancos que já surgem aos poucos (mas eu tinjo todo mês! risos) me lembrem de cada bom momento que vivi; prefiro que as rugas que um dia aparecerão sejam os meus troféus por cada vitória que a felicidade tenha da minha vida; e prefiro rir de todas as besteiras que eu já fiz na vida, do que chorar o arrependimento de quem nunca errou...

Felizes são os abdômens indefinidos, as gorduras localizadas (pelo menos elas estão localizadas, né?! Já pensou se estivessem perdidas?? risos), as cicatrizes, os ossos quebrados e remendados de quem sabe viver, se estabacar e continuar a viver...

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Quinas de móveis que agridem os nossos dedinhos mindinhos dos pés são as maiores vilãs na busca pela solução dos problemas do mundo

O Eddie (meu cachorro), eventualmente sente uma necessidade de comer as plantas que a minha mãe cultiva no quintal. Não quaisquer plantas, ele já comeu babosa, bálsamo e mais uma grande quantidade dessas plantas ditas medicinais. Ninguém disse pro Eddie que essas plantas são medicinais! Ele é quem vai lá fuçar os vasos e escolhe o que comer. 

No começo o Eddie levava muita bronca por causa disso. A minha mãe tomava essa atitude dele como uma afronta pessoal. No entanto, certa vez, notamos que logo depois de comer a planta, ele correu para a varandinha que dava acesso à porta da frente da casa (e que costumava ficar fechada, pois quando estávamos somente entre as pessoas da casa, usávamos somente a porta dos fundos para não sujar muito a casa, porque a minha mãe é meio neurótica com limpeza!) e ele ficava lá sentado, quietinho e toda vez que ele via alguém se aproximar, ele começava a tremer e dar uma das patinhas. Achamos bem engraçado, pois com o tempo descobrimos que aquele era o jeito de ele mesmo se colocar de castigo naquele lugar (ele não saía de lá até a gente chamar) e dar a patinha era a forma de pedir desculpas, porque ele sabia que tinha feito algo errado, comendo a plantinha da "mamãe", mas o faz mesmo assim, devido a uma necessidade muito grande de comer aquela planta.

Mudamos de casa, mas até hoje o Eddie faz visitas aos vasos, eventualmente, e depois fica pedindo desculpas pra minha mãe, dando as patinhas pra ela. Mas o que leva o cachorro a fazer algo que ele sabe que é errado, para depois ficar pedindo desculpas? Talvez seja a mesma coisa que nos faz (nós, seres humanos, que nos gabamos tanto das nossas capacidades intelectuais) agir de forma considerada errada, sabendo que não é certo, mas motivados por uma necessidade particular que nos parece muito mais urgente.

O Eddie provavelmente usa as plantinhas para se sentir melhor depois de comer algo que não o fez sentir-se muito bem. E nós, eventualmente, agimos de forma errada, por considerarmos que nossas necessidades são sempre mais urgentes ou maiores do que as dos outros.

Outro dia li um artigo de uma Relações Públicas que trabalha na área ambiental, dizendo que a questão da educação ambiental é muito complicada no Brasil, pois o brasileiro costuma colocar suas necessidades acima das suas convicções. Por exemplo: 17h, o ônibus passa 17h05, o funcionário que ficou por último precisa levar determinado material para descarte adequado em outra seção, mas se o fizer perderá o ônibus de 17h05, terá de esperar o de 18h e já prevê a briga com a esposa por causa do atraso para o jantar, nesse caso, para evitar o atrito no relacionamento e para a própria comodidade, descarta o material em outro local, mais perto, também para resíduos, mas não para aquele tipo específico que ele está descartando e pensa que só dessa vez não será problema. Em outras palavras, o funcionário do exemplo prefere deixar a educação ambiental de lado e dar preferência a não se indispor com a esposa.

Concordo em partes com a autora do artigo, na verdade, discordo da afirmação de serem os brasileiros apontados como os únicos que colocam suas necessidades acima de suas convicções. Acredito que isso seja uma atitude natural, dos animais, de forma geral, incluindo o homem.

Para que a questão ambiental, por exemplo, pudesse ser levada mais a sério, seria necessário transformá-la em uma necessidade da base da pirâmide (lembram de Maslow? - risos).  

Mas voltando ao foco do post. É fato que às vezes nós vemos na TV ou lemos nos jornais notícias de pessoas que colocam as próprias vidas em risco para salvar outras, vemos atitudes que são realmente heróicas e que nos fazem pensar se nós seríamos capazes de um feito semelhante. Por outro lado, também já foram relatados casos de cadelas que adotaram gatinhos orfãos ou de uma tigresa que adotou cachorrinhos orfãos e animais que se sacrificaram para salvar seus donos e etc.

Afinal, somos todos iguais? Não tinha uma história de que nós, seres humanos, nos destacamos por termos o polegar opositor e o encéfalo desenvolvido?! Então nós não deveríamos agir pela razão em vez de nos deixarmos levar pelos instintos?

Pensando nos instintos como uma reação natural a uma necessidade urgente.

Lógico que é difícil pensar na paz mundial, nas mudanças climáticas e na fome no mundo, quando batemos o dedinho mindinho do pé na quina de um móvel! (risos) Mas não seria nada mal se em outras situações sobre as quais tivéssemos mais controle, pudéssemos pensar primeiro nos nossos deveres e responsabilidades.

Uma vez o meu namorido disse que se as pessoas falassem menos em direitos e mais em deveres, o mundo seria melhor.

Agree!!!!

\o/

Todo mundo quer ter direitos, mas ninguém gosta de ter deveres. Mas se cada pessoa, ao invés de reclamar seus direitos, cumprisse com seus deveres, naturalmente todos os direitos estariam assegurados... 

Mas só de falar em deveres e responsabilidades, em compromissos e obrigações, tem gente que já se arrepia! Outros tantos só de ver o caminho que estou tomando nesse texto, acabaram de sair da página sem nem ao menos me dar a chance de concluir alguma coisa aqui. Mas eu acho que pode ser um problema de nomenclatura!

Sabe quando vamos participar de um processo seletivo e daí o aplicador das dinâmicas de grupo pergunta: "Quais são suas maiores qualidades e quais são os aspectos que você precisa melhorar?". Pronto! É isso, a mesma coisa... Seria tão mais fácil perguntar: "Quais suas qualidades e quais os seus defeitos?". Mas ninguém ia querer responder defeitos, né?! Ou quando alguém diz: "Sua mãe é fofinha, né?!", dá vontade de responder: "é, ela é gorda, mas é genético, já viu meus pneus?". Diga-se de passagem, pneu está aí pra não dizer "banha", né?! (risos).

Tá, esse último parágrafo está aí só pra ilustrar como no dia-a-dia a gente acaba fazendo umas adaptações de nomenclatura, só pra não assustar muito aqueles de coração mais fraco! (risos)

Então e se em vez de falar em "obrigações", "responsabilidades", "deveres", "compromissos", falássemos em "liberdade" de escolher fazer a coisa certa; "ética" para agir na vida pessoal e profissional, "poder" de transformar o mundo; "habilidade" de ser um bom exemplo e influenciar pessoas... Deu pra notar que estou falando da mesma coisa, só que estou fazendo parecer muito mais legal agora?

As pessoas gostam de sentir que elas estão no controle e que é uma opção delas mesmas e não um dever imposto ou uma obrigação moral o que as leva a agir. Essa pequena mudança de nomenclatura, o jeitinho de falar as coisas, faz toda a diferença, massageia o ego do cidadão. (risos) 

OK, eu sei que o ego e o sentimento de realização estão lá no topo da pirâmide (lá vou eu com o Maslow de novo!! - risos), mas o Maslow e os outros teóricos da administração que trataram desse assunto das necessidades que me desculpem, o fato é que não é difícil encontrarmos pessoas que colocam o ego, a realização pessoal e profissional, a sua auto-imagem, como necessidades mais importantes até do que as tais necessidades básicas/ fisiológicas: comer, dormir, respirar...

Então, da próxima vez que quiser bancar o "esperto", atravessando a rua a 2 metros da faixa de pedestre; quando por preguiça de ir até a lixeira que fica a 5 metros de você, jogar o lixo no chão mesmo; quando deixar o cachorro fazer cocô na rua e fizer de conta que não viu; quando estacionar o carro na vaga de deficiente ou de idoso (sem estar nessas categorias); ou quando fingir que está dormindo no transporte público lotado só para não dar lugar a idosos, grávidas e deficientes que acabaram de embarcar; lembre-se: você não é um cachorro! Você pode escolher tomar a atitude certa. O seu poder de decisão é mais evoluído que o dos outros animais, você não precisa colocar a sua necessidade como algo maior do que as necessidades dos outros. Você não precisa ser egoísta, você é um ser dotado de inteligência suficiente para tomar as decisões corretas. E olha, que como eu já disse antes, às vezes até mesmo os outros animais nos surpreendem com atitudes altruístas.

E antes que você pense coisas como "todo mundo faz isso, então eu também posso" ou "eu não sabia que isso era errado", eu só gostaria de comentar que agir de determinada maneira porque "todo mundo" age assim, é coisa de gente com capacidade intelectual menor do que a de um hamster (o Murphy, meu falecido hamster, pelo menos agia por vontade própria e não porque copiava as ações dos outros!); e não saber que certas atitudes são erradas faz de você um ser menos consciente do que o meu cachorro, porque o Eddie pelo menos aprendeu a pedir desculpas! 

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Ovos fritos, sorrisos caninos e outros milagres

Lembram do vizinho que tomou um tiro na cabeça (do post "Tubarões, ervilhas e assaltantes")? Uma semana depois ele voltou para casa dirigindo o carro dele!!!! 'o_O

Sim, é verdade... E é assustador, eu sei! 

Os médicos e as fofoqueiras do bairro falam em MILAGRE. (poxa! fica difícil de não acreditar em milagres mesmo, como pode o cara tomar um tiro na cabeça na quarta-feira, passar  por cirurgia para desalojar a bala, ficar na UTI e tudo o mais e na quinta-feira da semana seguinte à do tiro, ele aparece dirigindo o carro, brincando com os cachorros, sem nenhuma sequela, como se nada tivesse acontecido - além da cabeça raspada e o curativo perto da nuca?!?!)

Por outro lado, na semana passada minha mãe conversou com uma amiga da família, que contou uma história também assustadora, mas com sentido negativo dessa vez: a irmã dela, estava na própria casa, descendo as escadas quando faltavam apenas 3 degraus para chegar ao térreo, ela escorregou, caiu e bateu a cabeça. Resultado: traumatismo craniano, rachou parte do crânio, não reconhece ninguém e está sob efeito de muitos medicamentos para tentar diminuir o edema no cérebro! 'o_O

Antes que esse post tome o mesmo rumo do post "Tubarões, ervilhas e assaltantes", que facilmente eu poderia seguir por esse caminho, vou colocar aqui uma discussão muito mais profunda e controversa: milagres existem?

Sim, porque se eles existem, o meu vizinho passou na fila duas vezes e deixou a irmã da amiga da minha família sem o dela, né?! E se milagres não existem, o meu vizinho é a pessoa mais sortuda de que já ouvi falar, porque ganhar na mega-sena não se compara a ganhar a própria vida de volta!

Outro dia, li, na folhinha da Seicho no ie que minha mãe deixa na cozinha, uma frase interessante, dizia mais ou menos assim: Os milagres divinos estão por toda parte, mas poucos são os que conseguem enxergá-los. (acompanhando a frase havia a foto de uma baleia jubarte imensa com o filhote em um mar azul escuro muito lindo e o céu ensolarado).

Refletindo sobre a frase e a imagem, parei para pensar também na minha religião, que vê os elementos da natureza como divindades e os fenômenos naturais como manifestações do poder e da vontade divina. Daí me ocorreu que aquela imagem que acompanhava a frase, explicava exatamente o significado que a pessoa que escreveu a frase queria expressar: aquele mar azul tão maravilhoso, a maternidade, aquele belo céu ensolarado, tudo isso eram milagres divinos, mas para algumas pessoas isso tudo poderia ser apenas água, céu e dois animais.

Então talvez os milagres existam somente para aqueles que acreditam na sua existência. Para uma pessoa que crê em milagres, eles se manifestam em cada pequena coisa do dia a dia, em situações até rotineiras, como por exemplo no momento de acordar (para algumas pessoas é preciso mais do que um milagre para acordar, né?! - risos), ou quando duas pessoas se apaixonam, na gestação de uma mulher, no sorriso do cachorro (o meu sorri o tempo todo! - risos) etc. Mas para aquele que não crê, nem mesmo a espetacular recuperação do meu vizinho pode ser considerada um milagre!

Todas as manhãs, quando acordo, antes mesmo de abrir os olhos, a primeira coisa que faço é mentalmente agradecer pela minha vida, por mais um dia para lutar pelos meus sonhos. Eu vejo milagres o tempo todo, até na cozinha, quando minha madrinha acerta fazer um ovo frito sem destruí-lo (risos). 

Até mesmo quando a situação parece ser terrível, ainda tento descobrir qual o milagre por trás disso tudo. Por exemplo, a moça com traumatismo craniano, quem vai dizer que não existe um lado positivo até nisso, de repente alguma lição de vida para familiares ou uma lição de superação para ela mesma, afinal, quem consegue sair de uma situação dessa, não tem nunca mais motivos para não acreditar nas próprias capacidades. Enfim, ainda não sei qual será o milagre que sairá dessa história, mas tenho certeza de que há algo de bom por trás de uma situação a princípio tão trágica.

Então eu acredito em milagres! Como não acreditar diante do sorriso do Eddie (meu cachorro), do ovo frito (quando dá certo) da minha madrinha e de toda a beleza da minha cara amassada e babada todos os dias de manhã?! 

é difícil de tirar uma foto dele sorrindo...
quando ele vê a câmera logo faz pose!


vou tentar pegá-lo de surpresa... se conseguir, posto a foto em outro post...

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Teste do Espelho

Quando você pára na frente de um espelho, qual a primeira coisa que você faz?

a) arruma o cabelo
b) vira de costas e contorce o corpo para ver sua própria bunda (é bizarro, eu sei, mas já vi um monte de mulheres fazendo isso em banheiros públicos)
c) espreme uma espinha (mesmo que seja uma imaginária)
d) faz caretas ou posa como se fosse tirar uma foto para uma revista
e) se xinga
f) sorri para você mesmo
g) outro (por favor, coloque sua resposta nos comentários)

É um teste, embora eu não tenha a análise para cada resposta dada, mas acho que vale a pena pensar sobre o resultado. Observando todas as respostas possíveis e pensando na sua própria resposta, acho que dá pra pensar um pouco sobre a sua personalidade ou a forma como tem encarado a si mesmo e a sua vida...

By the way, quem quiser compartilhar a resposta colocando nos comentários, eu acho legal! E a minha resposta é letra F. (Juro que não sei o motivo, só sei que toda vez que vejo minha imagem em um espelho a primeira coisa que faço ou penso em fazer é sorrir pra mim mesma!)

=D

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Tubarões, ervilhas e assaltantes

Hoje, depois do almoço, meu pai foi passear com o cachorro na rua. Ele encontrou com uma vizinha nossa que pediu para que ficássemos de olho na casa dela por uns dias, pois ela e o marido estarão fora. Isso já aconteceu antes, vários vizinhos pedem para ficarmos de olho em suas casas especialmente nessa época do ano em que devido às festas e férias escolares, tantas residências são roubadas. Mas a minha vizinha não estava indo viajar com o marido... Ela estava indo ao hospital, porque o marido dela levou um tiro na cabeça há 2 dias.

Pensem num casal modelo. Pronto! São eles. Os meus vizinhos! Esse casal é lindo de se ver, moram em uma bela casa, têm bons carros, cachorros muito fofinhos (embora eu os prefira dentro do portão porque são dois pit bulls e um poodle, e eu tenho mais medo do poodle!). Eles são um casal jovem, bonito, com bons empregos. A minha vizinha uma médica trabalhadora, muito bonita, o meu vizinho, advogado, bonitão também, super caprichoso sempre de olho no trabalho dos pedreiros que estão terminando os detalhes da bela casa em que eles moram. Quase sempre tem festa na casa deles, sempre recebem muitos amigos e familiares. E no meio dessa vida perfeita, de toda essa felicidade, chegou um bandidinho qualquer, colocou uma arma na cabeça do meu vizinho e atirou sem dó!

A gente sempre vê a violência na TV, mas parece tão distante, quase como um filme. Mas quando acontece assim tão perto da gente, com uma pessoa que você costuma ver todos os dias, isso nos faz pensar no assunto. Como a vida nas grandes cidades se tornou perigosa e como cada vez mais isso vai chegando até mesmo nas cidades de interior. Hoje é difícil de se pensar em um lugar seguro para se viver.

Dizem que eu sou louca quando digo que quero morar no meio do mar!

Sempre que eu começo a falar sobre morar em um veleiro, que falo dos planos para essa vida, de conhecer ilhas distantes e terras que eu nem imagino que existam, ir para as altas latitudes do sul, aprender a viver com o suficiente, dentro de um barco de aproximadamente 35 pés, com o homem que eu amo, mergulhando em lugares paradisíacos e convivendo em harmonia com o oceano, os ventos, os animais e até mesmo as pessoas (risos) dos lugares por onde passarmos... Invariavelmente o meu discurso é interrompido por algo do tipo: "vocês são malucos! o mar é perigoso... lá tem tsunamis e furacões e animais enormes devoradores de gente! já pensou se você encontra uma baleia ou um tubarão?!"

=p

OK. Provavelmente nós não somos muito normais, temos uma forma de ver o mundo um pouco diferente da maioria das pessoas... Mas argumentar que somos loucos em querer ir morar no meio dos Oceanos pelo fato de lá ser perigoso??!!!! Aaaaaaaa... Vá catar coquinhos!!!!

Se o meu noivo postasse nesse blog ele acrescentaria aqui, certamente, a propaganda da OI de alguns anos atrás, que dizia: "Perigoso é ervilha!"
Eu concordo TOTALMENTE! (risos)

Mas a verdade é que as pessoas dizem para tomarmos cuidado com os perigos do mar, mas esquecem do tamanho da própria loucura delas continuarem a viver nas grandes cidades, convivendo com todo tipo de perigos, desde a violência em si, até a reles imprudência de alguns.

Todos os dias estamos expostos a todo tipo de violência, acidentes, perigos cotidianos, ao irmos para o trabalho, para a escola, para o supermercado ou ao cinema... Quem não lembra do doidinho da Medicina da USP que entrou no cinema atirando em todo mundo? Quem não vê pelo menos uns 2 acidentes de carro diariamente nas vias em que trafega? Quem nunca foi assaltado, roubado ou teve algum objeto furtado? Quem mora em uma grande cidade e nunca foi vítima de nenhum tipo de agressão/ violência?

Eu acho muito mais provável ser assaltada, estuprada ou tomar um tiro, morando aqui em São Paulo, do que um tubarão me morder ou uma baleia me "atacar" na vida que pretendo levar no meio do mar.

Mas, enfim... Cada um que fique com a sua maluquice... Meus pais não pretedem deixar de morar por aqui, meus amigos pretendem continuar aqui ou até irem para cidades maiores (affff...). Eu prefiro ser a maluca que quer se mudar para o meio do oceano, acho que a vizinhança será menos barulhenta e os arredores mais tranquilos. (risos)

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

FELIZ 2011!!!!

Já disse uma vez, mas vou repetir: quem quer mudar, muda hoje, muda agora, não deixa para o ano que vem!

Nessa época do ano tem muita gente fazendo planos de mudar em 2011. Listas de promessas, planos de mudar de vida, de agir diferente, de querer ser uma pessoa melhor, mais saudável, mais feliz...

Eu comecei minha mudança em Outubro. Depois de uma decepção muito grande com relação ao resultado de um concurso público, isso sem falar de um ano inteiro de decepções por causa de todos os outros concursos que prestei. Depois de me sentir a última pessoa do mundo por tantas vezes, por não conseguir emprego, por sentir como se todas as pessoas andassem para frente e só eu estivesse parada... Estagnada!! De repente acordei para a vida, que foram 3 anos estudando para os concursos, para fugir do medo de enfrentar o mercado de trabalho, percebi que eu estava me diminuindo e evitando fazer um monte de coisas pelo simples medo de ERRAR.

ERRAR é algo tão natural quanto acertar. Ninguém me pediu para ser perfeita, mas eu queria exigir isso de mim e por isso acabei fracassando no pior de todos os fracassos que era o de nem tentar.

Em outubro eu perdi meu medo de timonear o Saltimbando (meu primogênito, veleiro que comprei junto com meu noivo) na represa. Em novembro perdi o medo de dirigir, depois de 6 anos de CNH sendo usada como documento de identidade apenas. Ainda em novembro tomei a decisão de tentar uma pós-graduação para 2011, decidi virar uma ambientalista maluca (por enquanto sou só maluca mesmo!! risos). Me inscrevi em alguns processos seletivos de boas instituições, mas estava com dúvidas de que fosse conseguir mesmo. De repente fui convocada para fazer o meu MBA em Gestão e Tecnologias Ambientais na POLI-USP!!! Que sonho!!! Depois me superei mais um pouco, aprendi uma nova profissão fazendo o curso de laminação em fibra de vidro. Já em Dezembro, comecei a fazer um curso de mergulho, justo eu que tinha tanto medo de água e que há 5 anos nem sabia nadar!! Uma super amiga (irmã) que estava estudando para os concursos comigo, conseguiu um emprego em um ótimo escritório de advocacia de São Paulo. Continuando a me superar, nas férias, em Maceió, fui para as Piscinas Naturais de Paripueira fazer snorkeling, em vários momentos cheguei a nadar com o meu noivo em partes com até 3 ou 4 metros de profundidade!! Acabei com a minha última barreira em relação ao medo de água, pois estar no mar, nadando, sem colete salva-vidas, foi totalmente novo e incrível na minha vida... O meu noivo foi chamado para uma entrevista de emprego em uma empresa muito boa, para morar num lugar legal e trabalhar com algo que ele gosta. Conversei com amigos muito queridos com os quais há muito eu não encontrava nem mesmo virtualmente...

Gente!!! O meu ano novo começou em outubro de 2010, com um chacoalhão da vida que foi simplesmente na hora mais perfeita... Todos os meus sonhos já começaram a se realizar, todas as minhas esperanças já estão virando realidade... Que venha 2011!!! E continue trazendo sucesso e felicidade não só para mim, é claro, mas para todos aqueles que acreditam na felicidade e no sucesso e que se esforçam para que a vida seja sempre melhor!!

FELIZ 2011, pessoal! Saúde, Sucesso, muita, muita, muita FELICIDADE a todos (e juízo!!)...



Obs: 2010 foi um ano especial também... começou com a correria do emprego do meu noivo, passou para a visita da minha cunhada linda nas férias de julho, depois veio a compra do Saltimbanco e o tanto que velejamos esse ano, curtindo o nosso bebê; depois veio tudo o mais que já citei nesse post... (definitivamente minha vida é muito feliz... Tchau, tchau, 2010, muito obrigada por tudo!!! Seja bem vindo, 2011 e tomara que você seja ainda melhor do que 2010!)

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Time of your life


Se você morresse agora, estaria satisfeito com o que fez até agora? Se você soubesse que vai morrer amanhã, o que você faria até lá? E se você descobrisse que está morto agora, quantos arrependimentos teria para amargurar?


Há mais de 15 anos, eu conheci um menino que estava na sexta série do ginásio (na época ainda nem era ensino fundamental!), eu estava na oitava série. Descobri que ele era priminho de um amigo do meu irmão. Passei cola muitas vezes para o garoto (na época os professores misturavam os alunos de várias séries diferentes na mesma sala de aula no dia da prova, para evitar colas, mas não adiantava muito, porque o pessoal mais velho costumava ser legal com os mais novos e passávamos cola pra eles mesmo sem receber nada em troca. Hoje, entrei no orkut de manhã e enquanto eu xeretava o perfil de alguns conhecidos, sem querer encontrei o menino... Meu deus! Ele já é um rapaz! Caramba, me senti tão velha... (risos)

Isso me lembra que há pouco mais de um ano, eu fui dar os parabéns, para um priminho meu no dia do aniversário dele, via orkut também. Na verdade ele é filho de uma prima minha. E quando eu escrevi: "Feliz Aniversário, primo!", ele respondeu: "Obrigado, Sá, agora já posso até ser preso!". Eu respondi em voz alta no meu quarto, lendo a mensagem dele: "NÃO! Não pode, não!". Gente! O filhinho da minha prima, de quem eu ajudei a trocar fraldas, em quem eu ajudei a dar banho quando bebê, o menininho que eu carregava no colo sob chuva na volta da pescaria, agora era um homão de 18 anos! Já está na faculdade!

'o_O

Mas brincadeiras à parte, lógico que o tempo passa para todos. E eu acredito que aproveitei muito bem cada minuto da minha vida. Quando criança eu brinquei muito, posso não ter aprendido a andar de bicicleta (risos), mas com certeza pulei muitos muros, rasguei muitas roupas, e as cicatrizes que carrego até hoje pelo meu corpo são a maior prova de que a minha infância foi muitíssimo bem aproveitada. Adolescência foi uma época conturbada, como acredito ser para a maioria das pessoas. Embora hoje em dia seja moda ser "nerd" ou "geek", mas na minha época, ser nerd era sinônimo de ser anti-social e era uma decretação de exclusão em relação à ala popular da escola. Mesmo assim, posso dizer que aproveitei ao máximo todas as crises existenciais e de popularidade que todo adolescente deve passar para um dia, na idade adulta poder bater no peito e dizer: "eu sobrevivi à adolescência!" (risos).

Dos 17 anos de idade até os 20 aninhos eu curti toda a maravilha da juventude e da solteirice! (risos) Não vou entrar em detalhes, porque hoje em dia não pega bem, já que eu tenho namorado e sou quase uma "trintona" (risos), mas eu posso dizer que naquela época eu não me preocupava nem um pouco com o que os outros falavam de mim, eu aproveitei tudo o que eu tinha para aproveitar e as únicas provas de que eu um dia fui aquela maluca desvairada são algumas fotos perdidas pelo mundo das baladas mais loucas de São Paulo, nem posso contar com as minhas lembranças nem dos meus amigos daquela época, porque acho que a gente não tinha os neurônios devidamente ajustados para sermos considerados testemunhas de qualquer coisa que acontecesse naquelas baladas malucas...

Ainda aos 20 anos, a vida levou um pedaço de mim. O meu irmão, que era a pessoa mais importante da minha vida, faleceu repentinamente quando o coração daquele japonês cabeçudo simplesmente parou de bater... Naquela época eu acordei para a realidade mais cruel e mais maravilhosa que existe: ninguém é eterno e amanhã pode não chegar até mesmo para os mais jovens. Depois de superada uma depressão que empacou um monte de coisas na minha vida, eu decidi que a vida era frágil e curta demais para eu perder tempo com preocupações desnecessárias, comecei a viver ainda mais intensamente a vida que eu já aproveitava tanto, mas que a partir daí passou a ter um valor muito maior para mim.

Meu namorado também acordou para essa realidade sobre viver o HOJE, o AGORA, curtir cada segundo e cada oportunidade que temos na vida, porque a gente nunca sabe se o amanhã vai chegar. Lógico que não precisamos ser irresponsáveis e sair fazendo besteiras, gastando dinheiro e sem pensar no futuro, correr o risco de chegarmos aos 80 anos arrependidos de não termos feito nada produtivo na vida, só termos feito besteiras... O nosso jeito de aproveitar é muito mais de dar valor às oportunidades que sorriem para a gente, nós viajamos sempre que podemos, nós nos dedicamos ao que gostamos nas nossas horas vagas, a velejar, ao mar, à construção da nossa vida futura, mas sem deixar de curtir o momento presente.

Mas tem tanta gente por aí desperdiçando a vida! Gente que fica enfurnado no escritório, trabalhando loucamente para juntar muito dinheiro para gastar na aposentadoria, que pode nem chegar... Tem ainda aqueles que não aceitam a ideia de envelhecer e parecem querer ser crianças para sempre, não amadurecem, não percebem que a vida muda e a gente tem que mudar com ela, temos que criar responsabilidades. E aqueles que gostam tanto da solteirice, que não se imaginam de jeito nenhum amarrados a uma única pessoa para o resto da vida. Mas afinal, precisam pensar que beleza e juventude passam, um dia a gravidade cumpre com o seu papel e tudo cai! (risos) Um dia, tudo murcha... E o que fica é a inteligência, o companheirismo, seus amigos estarão casados com seus respectivos companheiros (as) e você estará sozinho(a) se não acordar para a realidade de que todo mundo precisa de alguém para se fixar um dia.

Eu sei que é preciso coragem para aproveitar verdadeiramente a vida... E eu não estou falando sobre saltar de paraquedas ou bungee jumping, eu estou falando é de escolhas! É preciso ter muita coragem para fazer escolhas, para se arriscar a fazer as escolhas erradas, mas mesmo assim, não deixar de escolher um caminho. O meu namorado sempre diz que é melhor errar do que nem tentar. E é por isso que a gente é tão feliz, por isso que conseguimos aproveitar tão bem as nossas vidas, porque nós temos essa coragem. Nós escolhemos um ao outro há mais de 6 anos, nós escolhemos nossas profissões, nós escolhemos o que fazer com as nossas vidas e tem dado certo! É muito fácil não mudar, permanecer na mesmice, ser para sempre a menininha indefesa que depende de tudo e de todos para tudo, ou a perva maluca descabeçada que não precisa se preocupar com as responsabilidades. Da mesma forma é fácil ser para sempre o garanhão da turma, o "catador", cada dia com uma mulher diferente, sem ter que se preocupar com responsabilidades ou com se dedicar emocionalmente a alguém, ou ser o bobão solteirão sempre em busca da mulher perfeita que não existe e postergar infinitamente a vida adulta!

Se você continuar sendo exatamente como é hoje, daqui a 20 anos, você estará satisfeito com isso? Você estará completo(a) emocionalmente, profissionalmente, fisicamente? Você terá saúde? Terá companhia? Estará feliz?

O medo de se entregar a um futuro desconhecido é terrível, mas superar esse medo, ser capaz de largar o nosso mundinho conhecido e se aventurar em escolhas que podem nos levar à glória ou à derrota, é uma sensação fantástica de poder, de capacidade de ir além, de poder fazer qualquer coisa que sonharmos, porque até mesmo nas derrotas nós aprendemos lições que nos levam aos caminhos corretos depois. Toda escolha é uma renúncia. Mas nem sempre renunciar é ruim. Abrir mão de uma vida que não te faz sentir como se estivesse andando para frente certamente é muito bom. E por mais incerto que seja o outro caminho possível, certamente é melhor do que ficar estagnado! Aproveitar a vida, o tempo que temos aqui para curtir essa existência e se vamos fazer dela uma aventura cheia de vitórias, felicidade e superações ou se faremos dela um grande martírio, um sofrimento sem fim, é uma escolha que cabe a cada um de nós. Tem um trecho de um livro do Amyr Klink que eu acho fantástico e se encaixa perfeitamente e isso tudo:

"Dias inteiros de calmaria, noites de ardentia, dedos no leme e olhos no horizonte, descobri a alegria de transformar distâncias em tempo. Um tempo em que aprendi a entender as coisas do mar, a conversar com as grandes ondas e não discutir com o mau tempo. A transformar o medo em respeito, e o respeito em confiança. Descobri como é bom chegar quando se tem paciência. E para se chegar, onde quer que seja, aprendi que não é preciso dominar a força, mas a razão. É preciso, antes de mais nada, querer." (Amyr Klink, CEM DIAS ENTRE O CÉU E O MAR)

Aproveitar o tempo que temos nessa vida tem menos a ver com as besteiras que os jovens erroneamente acreditam ser o tal "curtir a vida" ou "curtir a juventude" e mais a ver com saborear as delícias de cada fase. Todas as épocas da vida são importantes e todo crescimento é igualmente importante. Para ser feliz não é preciso ser um jovenzinho virtuoso para sempre. A felicidade está na simplicidade de deixar a vida mostrar as encruzilhadas e a partir delas fazermos nossas escolhas. Ser livre é poder escolher seus novos caminhos e não ficar aprisionado no conceito estúpido que associa juventude com liberdade.

Hoje, se eu morresse não teria arrependimentos, estaria satisfeita com o que fiz até aqui. Se eu soubesse que vou morrer amanhã, abraçaria meus pais hoje, passaria a noite namorando e veria o sol nascer junto com o meu namorado e no restante do tempo comeria um chocolate muito caro, um queijo delicioso, um vinho especial e deixaria para ter dor de barriga lá do outro lado! (risos) E se eu continuar a evolução da minha vida do jeito que estou levando, tenho certeza que daqui a 20 anos eu serei uma quase cinquentona muito feliz e satisfeita com a minha vida, com o meu namorado fantástico, com a minha família incrível e com saúde, equilibrada física, espiritual, mental, emocional e profissionalmente. Envelhecer é uma delícia, mas eu vou continuar usando o hidratante anti-aging! (risos).

Letra e Tradução de "Time of your life" do Green Day

Time Of Your Life

Another turning point
a fork stuck in the road
Time grabs you by the wrist
directs you where to go
So make the best of this test
and don't ask why
It's not a question
but a lesson learned in time

It's something unpredictable
but in the end it's right
I hope you had the time of your life

So take the photographs
and still frames in your mind
Hang it on a shelf
of good health and good time
Tattoos of memories
and dead skin on trial
For what it's worth
it was worth all the while

It's something unpredictable
but in the end it's right
I hope you had the time of your life [X3]

O Tempo de Sua Vida

Outro momento decisivo
Uma bifurcação cravada na estrada
O tempo te agarra pelo pulso e
te mostra aonde ir
Então, dê o seu melhor nesse teste e não
Pergunte por que
Essa não é uma pergunta,
Mas sim uma lição que se aprende na hora certa.

É algo imprevisível
mas no final é certo
Espero que você tenha curtido o tempo de sua vida

Então pegue as fotografias e as imagens
Dispersas em sua mente
Coloque-as na prateleira
da boa saúde e dos bons tempos
Tatuagens de memórias
e cicatrizes em julgamento
O que vale a pena
Valeu durante todo o tempo

É algo imprevisível
mas no final é certo
Espero que você tenha o tempo de sua vida [X3]


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